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No contexto atual há uma supervalorização pela adoração através do louvor, apenas um dos elementos da adoração. Mas, acredito que a adoração verdadeira não pode estar dissociada da Palavra de Deus, pois esta tem o poder de santificar e avivar a Sua igreja amada.
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"O meu maior prazer é poder Te adorar Senhor Jesus, em espírito e em verdade. Te Amo Sr."

sábado, abril 07, 2012

O SANGUE DO CORDEIRO: SINAL DE VIDA

TEXTO: (Êxodo 12:11-14; 27)

Introdução: Depois de 400 anos em escravidão no Egito, o Senhor decide atender o clamor do seu povo e envia um libertador. O Sr. cumpre com suas promessas; pode demorar o tempo que for, quando Ele opera ninguém pode impedir. (Deus estava olhando para o futuro, pois foram 400 anos em silêncio, período interbíblico, antes de enviar seu filho Jesus Cristo, o Salvador e Libertador do homem caído). Deus então, conduz Moises para o deserto, foram 30 anos (Êxodo 12:40) de aprendizagem na escola de Deus.
Adorar no deserto: Quando Deus então, chama e envia Moisés diante de faraó, o Sr. Todo-poderoso diz através do seu servo: "deixa o meu povo ir no deserto por três dias para me celebrar um culto de adoração".
Você está preparado para adorar a Deus no deserto? No deserto você está livre do Egito (mundo), no deserto você está sobre os cuidados de Deus; você aprende a esperar pelo Senhor; no deserto Não Faltou nada para a nação de Israel, não faltará nada para você também, pois o Senhor proverá todas as coisas; no deserto você precisa ADORAR. Ele não te deixa só, quando Ele leva para o deserto é para vitória. Ele não lhe deixará perecer no deserto, então cante, celebre, adore a esse Deus que é Todo-Poderoso.
Sempre que faraó via as obras milagrosas de Deus, ele endurecia o coração e não liberava o povo. Mas, Israel tinha um Deus no céu que cumpri verdadeiramente com suas promessas, pode levar o tempo que for, mas no momento certo Ele tem a vitória nas mãos. Ele mesmo disse através do profeta Isaías: "Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem me impedirá?" (Isaías 43:13). Ninguém pode impedir o agir de Deus.
Quando enfim, saíram do Egito, o Sr. orienta a primeira páscoa: eles deveriam comer apressadamente, pois Deus tinha pressa que o seu povo estivesse livre para celebrar a Ele no deserto.
Deus tinha pressa em tirar seu povo da escravidão para que o mesmo o adorasse em liberdade.
Depois das pragas, faraó sempre resistindo e sem deixar o povo livre; Deus enviará a última praga: a morte de todos os primogênitos inclusive do amargo faraó.
Deus então, orienta seu povo a se protegerem, e diz a Moisés que transmitisse aos israelitas: "Olha Moisés, diga ao povo que separe um cordeiro sem mácula, perfeito (v.5). Se a família for pequena, chame o vizinho e comam juntos (v.6); momento de união. No futuro vocês vão separá-lo e guardá-lo durante 04 dias, e a tarde ofereça um cordeiro em sacrifício (os ossos não podem ser quebrados - v.46); pegarão o sangue e aspergirá (passará) em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que comerem o cordeiro. Eles devem comer o cordeiro assado no fogo; e junto com o cordeiro assado, comerão ervas amargas, em lembrança ao período de vosso sofrimento no Egito. Na refeição já devem estar com a bagagem nos lombos, pés calçados e cajado na mão; e comereis apressadamente. O pão não poderá ter fermento (significa espera, nisso perderiam tempo); esta é a páscoa para os judeus. Aquele sangue (nos umbrais e vergas das portas) será por sinal, pois Deus “vendo o sangue do cordeiro, passa por cima deles e assim, não haverá praga de morte entre vós quando Deus ferir o Egito com a morte de todos os primogênitos dos egípcios” (v.13)
Finalmente, quando os israelitas estavam na frente do mar Vermelho, Deus com mão forte abre o mar e o povo atravessa o outro lado. Atravessaram em terra seca, vendo de um lado e de outro, muralhas de água; e o exército de faraó ao tentar passar entre as águas é destruído pelas águas do mar.  Assim, do outro lado salvos, Mirian e toda a nação de Israel cantam o hino da vitória, dizendo que só o Senhor é Deus.
Ilustração: Faraó - representa o poder do maligno sobre o Egito, que é o mundo.
A saída do Egito, a liberdade dos judeus, para nós hoje é estarmos livres do pecado: Preso com as coisas do mundo, o homem não pode adorar a Deus. O próprio Cristo dissera, "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom." (Mateus 6:24). Se nos deixamos nos levar pelos cuidados desta vida, ficamos sufocados e não damos fruto com perfeição. Aqui no mundo tudo passa, e quem quiser uma nova vida em Cristo terá que rejeitar as coisas que o mundo oferece; pois, “o mundo passa, eu a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. (I João 2:17)

O que representa o sangue do cordeiro? O Senhor Deus esta escrevendo a história da humanidade e preparou a humanidade para a chegada do seu Filho Jesus Cristo para salvar todo aquele que nele crer.
1 - O CORDEIRO SEM MÁCULA, REPRESENTA JESUS (SEM PECADO):
Deus estava preparando o mundo para receber seu Filho Jesus que “... como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado.” (Hebreus 4:15b).
Na antiga aliança, Deus orientou que os sacrifícios fossem realizados com cordeiro macho e sem mancha, sem nenhum defeito, ois na mente soberana de Deus já estava planejado a vinda de seu único filho para oferecer em único sacrifício pelos pecados da humanidade. O próprio Deus pode testificar quando em seu batismo por João: "este é meu filho amado em quem tenho muito prazer" (Mt 3:17)
2 - O SANGUE DO CORDEIRO SIMBOLIZA O PERDÃO DOS PECADOS: Durante muito tempo, eram trazidos cordeiros para serem sacrificados pelo sumo sacerdote, e assim o povo teriam os seus pecados perdoados, ou seja através do derramento de sangue inocente. Ao pecador é impossível pagar pelos seus próprios pecados, mas pelo sangue de Cristo, são milhares e milhares que ele tem salvo. Satanás tenta, em vão, anular o sacrifício de Cristo, pois a salvação humana só pode vir através da graça divina ao entregar seu único Filho como sacrifício.

3 - A MARCA DO SANGUE NOS TORNA PROPRIEDADE DE DEUS
“E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes...” (Ex 12:13). Com a marca do sangue, além de terem a sua proteção divina, essa marca identificava aqueles que pertenciam a Deus. Somos propriedades de Deus, Ele disse ao povo de Israel "... se atentamente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, ...” (Êxodo 19:5).
Em (I Pedro 2:9) somos considerados “geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para anunciar as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;” (I Pedro 2:9)
Ele nos comprou com seu sangue - João na ilha de Patmos teve uma visão de um livro selado (fechado) e ninguém fora achado digno (nem no céu, nem na terra e nem abaixo dela) de desatar os selos e abrir o livro. Com isso, João ficou triste e chorou, mas ele estava chorando no lugar errado e na hora errada. Pois, um dos vinte e quatro anciãos lhe disse: João "Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos" (Apocalipse 5:5). Depois, João os ouve cantarem: “Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra” (Apocalipse 5:9,10).

O plano traçado por Deus para salvar o homem caído, e livra-lo da condenação eterna
Deus já havia prometido desde o jardim do Éden que “da semente da mulher nasceria um que esmagaria a cabeça da serpente”. Vejamos os principais significados do sangue do cordeiro:


O cumprimento da promessa de Deus
1) O nascimento

Por décadas satanás ficou atormentado sem saber de onde viria o messias, o Salvador do mundo, Deus levanta o profeta Isaías para profetizar: “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel” (Isaías 7:14)
Até que Deus cumpriu sua promessa e Cristo nasce na pequena região em Belém de Judá. Havia em Nazaré uma jovem simples, preparando-se para casar-se: Maria. Ela estava no seu quarto e uma luz erradia e lhe aparece um anjo que lhe diz: “Mulher abençoada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres”. Ela fica assustada, mas o anjo a tranqüiliza: "Não temas, eis que conceberás e darás à luz um filho que porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo e reinará eternamente. E Maria lhe pergunta como será isso, pois ainda sou virgem?. E o anjo lhe responde: Não se preocupe, descerá sobre ti o Espírito Santo e a sombra do Altíssimo te envolverá, e o que nascerá de ti será chamado Filho de Deus e irá impactar a humanidade". (Lc 1:28-35) Na época do recenseamento, José e Maria partem para Belém; já sentindo as contrações para dar a luz, as hospedagens super lotadas, ninguém se compadece da jovem grávida, próximo para dar a luz. José lembra que na entrada da cidade tinha uma estrebaria - uma cavidade na rocha onde os pastores abrigam seus animais em épocas de tempestades - e fazem ali uma manjedoura onde colocaram a criança. Mas, se os homens não davam atenção, Deus dos céus está atento para celebrar aquele dia e envia anjos que foram vistos pelos pastores, 1º um anjo anuncia que nasceu o Cristo, o Salvador do mundo e que eles vão encontrar o menino numa manjedoura, logo após viram miríades de anjos louvando a Deus com um lindo hino e dizendo: “Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade de Deus para com os homens” (Lc 2:14)


2 - Jesus: o cordeiro escolhido por Deus
Pois bem, após o seu nascimento, vamos ao batismo de Jesus. Nas margens do rio Jordão, João, o batista, um profeta doido, de coragem ao chamarem os líderes religiosos daquela época, que tinha uma mitra na cabeça com a inscrição “santidade ao Senhor” - a estes, João chamava de "... Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?" (Mateus 3:7). Mas, quando João vê o Filho de Deus, ele emudece e João então testemunha de Jesus: "eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1:16).
Jesus não pode participar da última páscoa, sua última ceia ocorreu “antes da Festa da Páscoa” (Jo 13.1). No momento da ceia ele disse: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento” (Lc 22.15). “Esta Páscoa” não é a mesma com o cordeiro assado, celebrada pelos judeus em memória da libertação do Egito; “esta Páscoa” foi algo novo inaugurado por Cristo a ser comemorado com pão e vinho (em memória do seu sacrifício que nos abre o Novo caminho para a Liberdade) por todos que crêem nEle (judeus e gentios). A palavra páscoa significa “passagem”; temos em Cristo a passagem para uma nova vida. No deserto Deus abriu o mar Vermelho para os israelitas passarem pelo meio do mar e assim salvá-los das mãos dos egípcios, e na cruz do calvário Jesus abre a porta da graça para nos livrar do poder da condenação eterna, os que crêem Nele, o verdadeiro “Cordeiro de Deus”. Antes de beberem o vinho, Jesus diz: “Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados”. (Mateus 26:28).
Jesus ao terminar de cear, lava os pés dos discípulos e dá a eles as ultimas instruções de como serem verdadeiros discípulos de Cristo, e o Mestre lhes diz. “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós... Nisto todos conhecerão que vocês são meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.” (João 13:34, 35)

3 - O sacrifício
Após a ceia, o Senhor leva todos seus discípulos para o monte das Oliveiras. O sofrimento físico de Jesus começou no Getsêmani. Jesus entrou em agonia no Getsemani (prensa de azeite) - escreve o evangelista Lucas - orava mais intensamente. "E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra" (Lc 22:44). O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas; e o faz com a precisão dum clínico. O suar sangue (hematidrose), é um fenômeno raríssimo, se produz em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens, devem ter esmagado Jesus: “...ele foi moído por causa das nossas iniqüidades” (Isaías 53:5). 
Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra. 
Ele está angustiado, pois naquele momento, sendo Deus, Jesus sente as dores por antecipação. Mas, se Jesus viu a cruz ao dizer: “Pai, se queres, passa de mim este cálice;...”; como Deus, Ele também viu além da cruz; e contemplou a todos que iriam ser salvos e conclui dizendo “...todavia não faça a minha vontade, mas a tua”. (Lucas 22:42). Jesus levanta-se da oração e vai enfrentar seus algozes.
“Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.” (Isaías 53:7)
Jesus volta para os discípulos e os encontra dormindo; e diz “não puderam velar comigo nem por uma hora." (Mt 26:40). - Agora não dá mais, os homens pecadores vem ai para me levarem preso.
A farsa do julgamento: Jesus é preso e levado para Anás, de Anás vai para Caifás (Jo 18:24), de Caifás para Pilatos, Pilatos manda para Herodes, e este manda de volta a Pilatos (fazem de Jesus uma bolinha de ping-pong).
Cessão de tortura: Para tentar aplacar o ódio do povo em querer ver Jesus crucificado, autoriza uma cessão de tortura. Mas, não adianta, o preço para resgatar o homem já havia sido estabelecido na eternidade; nada mais poderia alterar a sentença. Jesus é levado, deixam ele seminu, pendurado num tronco de madeira, recebe açoites nas costas, uma quarentena menos uma e mais uma cessão com chicote, o Azorrague, usado para a aplicação de flagelo em condenados (era um instrumento de tortura comum na Roma Antiga <http://pt.wikipedia.org/wiki/Roma_Antiga>, composto por oito tiras de couro <http://pt.wikipedia.org/wiki/Couro> que, em cada ponta, possuía um instrumento pérfuro-cortante, ou um pedaço de osso de carneiro.) Diante do povo, já todo dilacerado, a multidão pede que seja crucificado. Pilatos na ultima tentativa, faz uma proposta de soltar um preso como era de costume, na festa da páscoa e apresenta Barrabas (acusado de sedição política e homicídio).  
Jesus segue a caminho da crucificação, pela Via Dolorosa. O Senhor estava tão debilitado que não consegue levar a cruz sozinho, encontram um homem de outro país para ajudá-lo: Simão, o cireneu.


Ele está morrendo, mas sua capacidade de amar é grande e ainda perdoa “Pai perdoa, pois eles não sabem o que fazem”.
Além dos soldados e fariseus, provocaram a Jesus descer da cruz e provar ser o Filho de Deus; o ladrão da esquerda também provoca Jesus e desafia a sair daquela situação e provar ser o Filho de Deus. Para não ficar desigual, o Espírito Santo toca no outro homem condenado que diz: “não temes a Deus estando na mesma condenação? Em verdade nós é que merecemos pelos nossos feitos, mas este nenhum mal fez. Então aproveita e pede a Jesus que se lembre dele quando o Senhor entrar na glória” (Lc 23:39-43).
Deus envia sinais da natureza (escuridão, terremoto) para que todos reconheçam que Cristo era verdadeiramente seu Filho enviado (até mortos foram ressucitados)

CONCLUSÃO:
Finalmente para resgatar a alma do homem sentenciado a morte (mortal) desde o Éden e para que agora tivesse o direito a vida eterna, Jesus passa três dias no seio da terra. Mas, como ele mesmo havia dito, ao terceiro dia, Ele seria levantado e no 1º dia da semana, muito de madrugada, a morte não pode detê-lo e JESUS RESSUSCITOU! Pela manhã foram as mulheres, amigas do Mestre para tratar do corpo de Jesus, já que na sexta e sábado não puderam por causa da lei. Foram ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado, e acharam a pedra revolvida do sepulcro, "... E, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus.” (Lc 24:1-3). Elas não entendem e imaginam que alguém levou o corpo de Cristo, mas o anjo de Deus aparece e as fazem lembrar: “...Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galiléia, dizendo: Convém que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e ao terceiro dia ressuscite” (Lc 24: 6, 7).
O apóstolo Paulo declara que "Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós" (I Co 5:7). A Escritura Sagrada assevera solenemente que "sem derramamento de sangue não há remissão de pecados” (Hb 9:22).
Somente aqueles que reconhecerem o poder do sangue de Jesus, é que podem alcançar a salvação. 
Não há outra maneira pelo qual o homem deva ser salvo. Não adianta inventar outro caminho para a salvação, pois o próprio Jesus disse: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim". (João 14:6). 
"Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver... mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado,". (I Pedro 1:18, 19)
QUEM TEM A MARCA DESTE SANGUE, TEM SEUS PECADOS PERDOADOS E PASSA A PERTENCER AO REI JESUS E COM ELE REINARÁ ETERNAMENTE! ALELUIA! 
"E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação;" (Apocalipse 5:9)

ADORAI AO REI DOS REIS: JESUS CRISTO