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terça-feira, dezembro 25, 2012

UM NOME JAMAIS ESQUECIDO


"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." (Isaías 9:6)


Certamente, a vinda do Filho de Deus para viver entre os homens por trinta e três anos e meio, foi de fundamental importância para a salvação das nossas vidas. Nenhum outro nome merece tanto destaque, pois não foram os famosos do passado ou da atualidade, nem mesmo pelos personagens da bíblia como o rei Davi, Moisés, o profeta Elias ou qualquer outro servo do Senhor que fez grandes sinais inspirados pelo poder de Deus. Mas, pelo soberano nome de Jesus Cristo, no qual já antes de nascer foi anunciado à jovem Maria que estava prestes a se casar com José: "E eis que conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo..." (Lc 1:31, 32). Mas, como se ela deveria manter-se pura até a realização da cerimônia de casamento, o que demandaria tempo para acontecer, Maria sem entender, questionou como aquilo seria possível. Para que aquela jovem e muitos viessem entender, o anjo lhe disse: “… Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.” (Lucas 1:35).
Jesus então vivera entre os homens sendo o exemplo em tudo; aos doze anos foi encontrado no templo questionando e interpretando as escrituras Sagradas com os doutores da lei. Ao ser batizado no Jordão por João batista, passa pelo deserto por quarenta dias onde foi tentado, saindo vitorioso. Seguem-se os sinais e maravilhas que já conhecemos, além de dispensar atenção especial as pessoas de todas as classes da sociedade: criança, pobres, ricos, autoridades do governo e eclesiásticas, sempre com uma palavra de fé e esperança. Por fim, após um ministério poderoso de três anos e meio, foi entregue aos pecadores por aqueles que não o reconheceram como Senhor absoluto, mas a “todos quanto o receberam, deu-lhes o direito de serem chamados filhos de Deus (Jo 1:12). Para concluir esta biografia, mencionemos também rapidamente, sua morte e ressurreição. Traído por um de seus discípulos, julgado de maneira injusta e de portas fechadas. Até que Pilatos tentou soltá-lo, mas seu fim já estava previsto pela eternidade. Após ser cuspido, blasfemado, açoitado, subiu levando a sua cruz até o lugar chamado Gólgota; a natureza revela e antes do tempo o dia vira noite e um terremoto abala aterra; o véu do templo, no santo dos santos se rasga (não há mais separação com o Senhor; Ele quer ouvir a oração de todos). O Senhor então clama em alta voz suas últimas palavras: “Pai, está consumado; nas tuas mãos entrego o meu espírito.” - havendo dito isto, expirou.  Todavia, a morte não pode detê-lo e ao terceiro dia Jesus ressuscitou, aparecendo aos seus discípulos por um período de 40 dias antes de subir aos céus e assumir novamente seu trono de glória. Após subir aos céus, diante de quinhentos irmãos, dez dias depois o Senhor cumpre a promessa feita aos seus discípulos naquela ocasião: “… ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.” (Lucas 24:49). Para surpresa de todos os povos e para fazer notório o Seu nome, no dia bem apropriado na Festa de Pentecostes, agora com 120 irmãos que perseveraram em oração. Eles são impactados com o poder do Espírito Santo para então, testemunharem com autoridade as boas novas de salvação e realizar maravilhas no poder no nome de Jesus Cristo. Naquele dia, o apóstolo Pedro, que já havia negado o Mestre, depois de ser cheio do Espírito Santo pregou um sermão que conquistou quase três mil pessoas que se convertem a Cristo. Além de requerer que o povo se arrependesse e convertesse a Cristo; inspirado pelo Espírito Santo, Pedro declara que “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.” (Atos 4:12). Aleluia!


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