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sexta-feira, maio 08, 2020

EM TEMPOS DE CRISE MUNDIAL

EM TEMPOS DE PANDEMIA: POLÍTICA X RELIGIÃO (08 de Maio de 2.020)

Atualmente, ainda vivemos dias de crise mundial, devido a pandemia do Covid-19 (corona vírus), período em que muitas vidas foram ceifadas; hoje ainda vivemos a crise das emoções em todas as áreas sociais. Muitos tentam superar o mal do século: ansiedade. Aparentemente no Brasil e no mundo, tudo já voltou a sua normalidade. O "novo normal" divulgado pela imprensa se estabelece, ainda hoje vemos algumas pessoas com uso da máscara; protegendo e se protegendo. Pois, ainda não há uma vacina de imunidade ao covid-19; por isso as medidas de prevenção como lavagem das mãos e uso de álcool gel, ainda são imprescindíveis! EM 2020 Vimos durante a pandemia, vimos não só no Brasil, mas no mundo inteiro, alarmados com o coronavírus. A humanidade, por meio de seus líderes políticos e até mesmo religiosos, ainda divide opiniões, quando se questiona o que vem a ser mais importante: a saúde ou a economia?! Pois, o isolamento social devido a pandemia, para evitar o contágio, enfraqueceu o comércio e trouxe muitos prejuízos econômicos, sociais e psicológicos, refletindo no comportamento social onde muitos, infelizmente, não conseguiu ainda superar! Diante deste dilema, qual a posição da Igreja que em breve será arrebatada; a noiva de Cristo?!

Essa moléstia que afetou a vida de todos: municípios, governos, federação de cada país; têm um enfrentamento diferenciado. O que não consegui entender e nem aceitar que, aqui no Brasil mesmo, tivemos um presidente cético e apático em relação as milhares de vítimas da covid-19. Aquele presidente se conformou de tal maneira com a situação, que desde o início do isolamento social, insistiu em querer convencer a todos a voltarem as suas vidas normais, trazendo as questões políticas e econômicas suas principais forma de governo. Muitas vezes contra as orientações dos órgãos competentes a saúde, remando contra a maré, chegou até debochar dizendo que era apenas uma "gripezinha"; à um vírus que se espalhava rapidamente pelo corpo e que a ciência teve que trabalhar incansavelmente para desenvolver a vacina que traria alívio a todas as gentes. Sabemos sim, que a morte é iminente para qualquer um, mas que a melhor forma de combater esse vírus e garantir a vida, conforme orientado pelos órgãos de saúde, era o “isolamento social”, evitando assim, a contaminação em massa e o colapso na rede hospitalar. Até mesmo, hospitais de campanha foram montados, no Brasil e em diversos países, para tratarem as pessoas infectadas. Diante disso, para você, leitor, o que era realmente mais importante naqueles dias? Manter a vida através do isolamento social para futuramente recomeçar a reconstruir o tempo perdido? Ou aproveitar o pouco tempo que temos se dedicando ao máximo para o trabalho, viagens, entretenimento, passeios nos shoppings centers, buscar e manter uma vida "aparentemente" saudável? Esta última escolha, trazia o risco de ser infectado e ter um fim mais rápido. Portanto, o que ouvi e acimilei muito bem a verdade que: a economia se recupera, tendo saúde conseguimos com ajuda de Deus, nos recuperarmos e trabalharmos por dias melhores. Mas, as vidas que se foram: essas não voltam mais,
Lembrando ainda, as sábias palavras do nosso mestre Jesus, em seu ministério terreno alertou aos seus seguidores, dizendo: “o que adianta o homem ganhar o mundo todo e perder a sua vida” (Mt 16:26; Mc 8:36). Aprendemos tantas coisas boas e importantes través de Cristo, que devem ser levadas em considerações até mesmo por nossos líderes cristãos. Pois, até mesmo estes, de certa forma, alguns deles sem pensar em preservar a vida das ovelhas, insistem para que seus membros frequentem os templos; como se essa fosse a única demonstração de fé. Obviamente que devemos adorar a Deus em todo tempo, e a ‘casa de Deus’ é um lugar ideal para isso, mas até o Mestre ensinou à mulher samaritana quando esta salientou a disputa pelo local de adoração entre judeus e samaritanos: “a hora vem, em que nem neste monte e nem em Jerusalém adorareis o Pai... mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores o adorarão o Pai em espírito e em verdade.” (Jo 4:21, 23). Ou seja, estamos num tempo em que o templo não é o limite para servirmos e adorarmos a Deus. A igreja de Cristo, independente de uma denominação local, ela está espalhada por todo o mundo; e antes de permitir esta pandemia que assola a humanidade, o Senhor convoca o Seu povo para orar, buscar a sua face e com um coração contrito e arrependido, interceder por milhares de vidas que ainda precisam ouvir a Palavra de Salvação e Esperança; de vidas enlutadas que tiveram seus sonhos e projetos interrompidos; e o pior, tiveram a perda repentina de seus entes queridos. 
Nesse período, surgiram as “lives” e cultos online, onde líderes e pastores, levam a palavra de esperança e salvação, anunciada pela inspiração do Espírito Santo. Nosso Senhor Jesus veio ao mundo e cumpriu sua missão, ao morrer na cruz para resgatar os que nele creem. Mas, antes, profetizou os sinais do princípio do fim dos tempos: Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.” (Marcos 13:6, 7). E continua dizendo: “Levantar-se-ão nação contra nação, e reino contra reino; e haverá em muitos lugares, grandes terremotos, e fomes, e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu.” (Lc 21:10, 11).

Enfim, que neste tempo de turbulência, de tantas aflições e incertezas, que os líderes do meio político e cristãos, não venham lutar entre si, mas que todos lutem sim, pelo bem comum; para que a vida das pessoas sejam respeitadas e preservadas. Certamente que a saúde espiritual é importantíssima; mas, não teremos vidas para tratar, se elas adoecerem e morrerem tão cedo, por causa deste vírus maldito. A fé de muitos está sendo provada; e o amor ao próximo também, através de uma recomendação simples das autoridades públicas: fique em casa. Pois, a finalidade do isolamento social é evitar o número elevado de contágio, consequentemente o colapso na rede hospitalar.
Que nestes dias, a igreja do arrebatamento, a noiva de Cristo, entenda que não deve estar confinada entre quatro paredes, mas divulgar e propagar o evangelho de Cristo, que é o poder de Deus para os que nEle confiam. Entendemos que a saúde espiritual é de suma importância, sim; mas neste momento em que a saúde física de bilhões de pessoas, está comprometida; é importante a colaboração de todos. Sabemos que tudo isso, são sinais da volta de Cristo (Mt 24:6-8). Mas, confiantes, esperamos preparados pela volta do Senhor para nos buscar. Maranata, ora vem Senhor Jesus! 

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